Provocando uma reflexão da esquerda: Sobre as políticas de ciência, tecnologia e inovação e de educação superior

Renato Dagnino

Ao contrário do que ocorre com outras políticas públicas, é ainda incipiente no âmbito da esquerda a discussão sobre as políticas cognitivas (de ciência, tecnologia e inovação, e de educação superior).

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Temer fará com que universidades públicas vivam de doações e sem ajuda do governo

Foto Lula Marques/Agência PT. Reprodução/GGN

Jornal GGN – A reportagem “Governo quer dar mais autonomia a instituições”, que o Valor divulgou nesta segunda (13), deveria ter outro título: “Governo quer reduzir gastos com universidades”. Isso porque o texto expõe quais os planos da gestão Temer para a suposta sobrevivência das instituições de ensino público que serão inevitavelmente afetadas pela PEC do teto nos próximos anos.

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Próxima edição do Chopp com Ciência aborda A Ciência Feminista

Reprodução/https://simposioestudosfeministasct.wordpress.com/

Márcia Tait é a convidada da próxima edição do Chopp com Ciência, que acontece no dia 14 de novembro, no Alzirão Empório e Bar, no distrito de Barão Geraldo, em Campinas (SP). O tema do encontro é A Ciência Feminista.

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Elas dizem não! Mulheres camponesas e a resistência aos cultivos transgênicos

Elas dizem não! Mulheres camponesas e a resistência aos cultivos transgênicos é o resultado da tese de doutorado de Márcia Maria Tait Lima, defendida na Universidade Estadual de Campinas no ano de 2014.

Este trabalho, que dá seguimento aos estudos da autora sobre as relações entre tecnociência e sociedade, especialmente do ponto de vista ético, nos surpreende desde o primeiro momento, através do título, ao colocar um grito de não! – colocado pela autora como ponto de partida para discutir a “reinvenção da emancipação social”, agora do ponto de vista das mulheres camponesas.

Reflete sobre o significado profundo de uma negação para as próprias mulheres, especialmente mulheres do meio rural latino-americano. Uma mulher dizer não! – não é algo pequeno, como ressalta na Emma Siliprandi – uma das referências mais importantes nos estudos sobre mulheres e agroecologia no Brasil e coordenadora de projeto sobre segurança alimentar na Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) na América Latina e Caribe – na apresentação escrita para este livro. Quando dito coletivamente, é ainda mais impactante, porque questiona socialmente o que lhes é atribuído como gênero.

O claro intuito da Autora é mostrar a potência do discurso e das práticas das mulheres camponesas no sentido de uma transformação social emancipatória, usando esses exemplos trazidos da realidade, por meio da pesquisa social, para questionar as próprias teorias, que tentam explicar e propor mudanças sociais. Elas são capazes de interpelar a experiência humana no planeta, a partir de uma questão tão básica como é a da produção de sementes para a agricultura.

A forma como a autora concretizou essa proposta na sua pesquisa foi por meio do diálogo dessas mesmas teorias com os “achados” dos trabalhos de campo, feitos no Brasil e na Argentina, em situações de pesquisa participante. A autora não se acanha em fazer um entremeado teórico de diferentes tradições (estudos sociais de ciência e tecnologia, estudos feministas, teorias de movimentos sociais, entre outras), e promover um diálogo com a realidade vivida e a partir do seu próprio ponto de vista – como bem marcado ao longo do texto, situado.

O livro de Márcia Maria Tait Lima, ainda nas palavras de Emma Siliprandi, é um estudo de “envergadura, original” e “totalmente sintonizado com a realidade atual” dos movimentos camponeses de mulheres na América Latina.

Para fazer o download gratuito acesse http://www.librum.com.br/elasdizemnao/info/

Fonte: Librum Editora, disponível em http://www.librum.com.br/elasdizemnao/info/

Chopp com Ciência ” A Ciência Feminista”

Neste 52º encontro, vamos apresentar discussões que envolvem a produção de conhecimentos, ciência e tecnologia a partir de abordagens e categorias feministas. Para enriquecermos o debate, contamos com a presença da comunicadora social com pós-doutorado em Filosofia, Márcia Tait.

O sarau científico Chopp comCiência, realizado desde março 2016, promove a aproximação de cientistas e do público fora do espaço acadêmico, sem jargões e sem o uso de power point!

A proposta é abrir espaço para uma discussão baseada em dados, esclarecer dúvidas, gerar interação das diversas áreas de pesquisa, incentivar a participação do público, que pode contribuir com seus pontos de vista trazendo informações de suas próprias áreas profissionais ou experiências pessoais.

Realização: NUMINALABS- conteúdo científico para todos os públicos
http://www.numinalabs.com.br
http://www.facebook.com/choppcomciencia

Data: 14/11
Horário: 20h
Local: Alzirão Empório e Bar – Barão Geraldo – Rua Francisco de Barros Filho, 432 – (Campinas/SP)

Evento Data:
terça-feira, 14 Novembro, 2017 – 20:00

Fonte: Guia Cultural Unicamp, disponível em http://www.guiacultural.unicamp.br/agenda/outros/chopp-ciencia-ciencia-feminista

Professor da ESALQ é submetido a sindicância por organizar atividade acadêmica com MST

Foto: Marcos Santos/USP. Professor Marcos Sorrentino

ADUSP

O professor Marcos Sorrentino, da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (ESALQ) e diretor regional da Adusp em Piracicaba, foi convocado para uma oitiva por uma Comissão Sindicante instalada pela direção da unidade com a finalidade de investigar uma atividade acadêmica organizada em conjunto com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

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‘A entrega do pré-sal é um dos pilares do golpe’

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil. Leilão do pré-sal, realizado na sexta-feira (27): governo entregou o óleo do pré-sal por menos de 1 centavo o litro

Representantes da categoria voltam a se reunir com a empresa na próxima sexta-feira. “Querem desestruturar o nosso acordo”, afirma o coordenador da FUP

por Redação RBA

São Paulo – Na última sexta-feira (27), mesmo dia em que seis campos do pré-sal eram arrematados em leilão, a Petrobras marcava nova rodada de negociação com os petroleiros, na tarde da sexta que vem, no Rio de Janeiro. O coordenador da Federação Única dos Petroleiros (FUP), José Maria Rangel, lembra que o principal desafio, neste momento até mais importante que a questão do índice de reajuste, é manter direitos do acordo coletivo de trabalho que a empresa quer alterar ou suprimir.

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