Unifesp lança série de vídeos Universidade Pública, Conhecimento Público

Uma série de vídeos sobre pesquisas desenvolvidas na Unifesp foi lançada nesta segunda-feira, 3. A série, intitulada Universidade Pública, Conhecimento Público, integra as ações em comemoração aos 25 anos da Universidade Federal de São Paulo.

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ESOCITE 2018 – Cidadania do conhecimento: novas formas e tensões na criação e pensamento da ciência, tecnologia e sociedade

Chamada de resumo de trabalho recebe inscrições até 10 de março

Reprodução/site

Congresso Latino-Americano XII DOS ESTUDOS SOCIAIS DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA – ESOCITE 2018, será realizo em Santiago, Chile, de 18 a 20 de julho de 2018, com o tema Cidadania do conhecimento: novas formas e tensões na criação e pensamento da ciência, tecnologia e sociedade.

A organização é da Associação Latino-Americana de Estudos Sociais de Ciência e Tecnologia (ESOCITE), a Rede Chilena de Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS-Chile), a Universidade do Chile, a Universidade da Fronteira e a Universidade de Valparaíso e a proposta do evento é a reflexão a respeito das mudanças nas arquiteturas e políticas de ciência, tecnologia e inovação; as novas formas de ativação cidadã e sua interpelação para a ciência, as exigências de construção de conhecimento fora das instituições tradicionais e uma maior resposta aos problemas dos cidadãos e às demandas sociais.

O prazo para envio dos resumos, com até 400 palavras, se encerra no dia 10 de março. Os resumos devem conter: a) o argumento que será apresentado; b) o suporte teórico, metodológico e empírico, c) a importância e a originalidade do tema para o campo CTS e d) a contribuição para o conhecimento contida no artigo. Também é necessários indicar o título da Sessão Temática a que se dirige o trabalho, bem como nome(s) completo(s) do(s) autor(es) e sua afiliação institucional.

A relação completa das sessões temáticas aprovadas está disponível no site – http://esocite2018.cl/sesiones-tematicas/

 

 

 

 

Stiglitz: por que é preciso negar as patentes

Um Nobel de Economia explica: imposto a pretexto de estimular a ciência, sistema de “propriedade intelectual” favoreceu apenas as grandes corporações. Em favor da pesquisa, há alternativas

Por Joseph Stiglitz

Quando o governo sul-africano tentou modificar as leis nacionais em 1997 para beneficiar-se de preços acessíveis dos medicamentos genéricos para o tratamento de HIV/AIDS, toda a força legal da indústria farmacêutica global centrou carga no país, atrasando a implementação e impondo um custo humano. A África do Sul, por fim, venceu a disputa, mas o governo aprendeu sua lição: não tentou novamente tomar nas mãos a saúde e o bem-estar de seus cidadãos em desafio ao regime convencional global de propriedade intelectual (PI).

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Ciência aberta, questões abertas

“Este livro reúne contribuições de pesquisadores de diferentes áreas e países, incluindo o Brasil, com significativa atuação e reflexão no campo da ciência aberta e colaborativa.

O tema da ciência aberta ganha espaço não apenas nos ambientes institucionais de ciência, tecnologia e inovação, como também em outros contextos até então à parte dessas atividades, mobilizando outros grupos sociais como interlocutores das práticas científicas. As transformações nas relações entre ciência, tecnologia e sociedade daí decorrentes integram, por sua vez, novas dinâmicas de produção e circulação do conhecimento, da informação e da cultura, bem como o novo papel que essas dinâmicas desempenham nos processos contemporâneos de participação e mudança social.

Espera-se que esta publicação contribua para apresentar um panorama de temas e questões que hoje permeiam e delineiam a temática da ciência aberta, a partir de perspectivas e pontos de vista diversos; e, sobretudo, para instigar novas reflexões e provocar novas aberturas nas formas de produzir e circular conhecimento. Ela se dirige, assim, não apenas ao universo acadêmico, mas também a um espectro mais amplo de atores sociais que se preocupam com a democratização do conhecimento e da informação” (trecho da Apresentação do livro).

Clique na imagem para acessar o livro.

 

ANDES-SN divulga cartilha sobre riscos e consequências do Marco Legal de C&TI

ANDES-SN

O ANDES-SN divulgou nesta terça-feira (4) uma cartilha sobre o Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação (Lei 13.243/2016). O material, já enviado para as seções sindicais e secretarias regionais do Sindicato Nacional via circular, tem como objetivo alertar os docentes e interessados no tema sobre os riscos e as consequências que o Marco trará para as instituições públicas de pesquisa e produção científica em todo o Brasil. A cartilha também está disponível no site da entidade.

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NETES e MCTP realizam debate em São José dos Campos, no dia 18

Ciência e Tecnologia Pública: em risco de extinção discute a importância da produção de conhecimento de caráter público, bem como seu compartilhamento, acesso e uso, e os ataques que as instituições públicas de ensino e pesquisa vêm sofrendo e que colocam em risco justamente esse caráter social da Ciência e Tecnologia. O evento acontece no dia 18 de abril, no auditório do Instituto de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal de São Paulo (ICT/Unifesp), unidade Parque Tecnológico, em São José dos Campos.

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Pesquisadores debatem impacto do novo marco legal de ciência e tecnologia no Estado

Foto: Roberto Navarro

A lei paulista de inovação foi tema da reunião, proposta como uma atividade conjunta da Frente Parlamentar em Defesas das Universidades Públicas no Estado de São Paulo,​ da​ Frente Parlamentar em Defesa dos Institutos de Pesquisa e Fundações Públicas e da Comissão de Ciência, ​Tecnologia, Inovação​ e Informação​, realizada nesta quinta-feira​ (16/03)​ na Assembleia Legislativa.

O evento, além de discutir as adequações feitas na legislação estadual adaptada ao marco nacional de ciência e tecnologia (Lei Federal nº 13.246/2016), teve a finalidade de debater a situação da lei que vigorará no Estado de São Paulo e como as possíveis alterações afetarão tanto a organização do sistema estadual de ciência, tecnologia e inovação quanto a relação com os institutos de pesquisa e universidades.

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