Com apoio de centrais, servidores públicos mobilizam-se contra privatizações

Reprodução do site RBA/Divulgação.
Atos de servidores após assembleia de professores: adesão à agenda de lutas das centrais

por Gabriel Valery, da RBA

“Entendemos que é envolvendo o conjunto dos servidores, todas as categorias, que vamos conseguir fazer frente às políticas de destruição do Estado e das carreiras dos servidores”, afirmou o presidente da CUT-SP, Douglas Izzo, em ato unificado de diferentes centrais em defesa dos servidores públicos de São Paulo. O encontro ocorreu às 17h, na Praça da República, região central da capital.

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A crise da educação no Brasil não é uma crise; é projeto

Reprodução/Carta Capital – Tânia Rego/Agência Brasil/Fotos Públicas

Por Roberto Amaral, em Carta Capital

A frase de Darcy Ribeiro que titula este artigo sintetiza o governo que nos assola desde o golpe do impeachment: a dita crise, criada de fora para dentro, é um projeto de desconstrução, com início, meio e fim, que percorre todos os vãos da vida nacional, mas se concentra na inviabilização do futuro do país, cortando de vez as possibilidades objetivas de retomada do desenvolvimento, pois todas elas dependem de ensino, pesquisa e tecnologia, o alvos mais frágeis.

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Por que ser contra o pagamento do ensino universitário público?

Ao tornar as universidades pagas, faz-se com que nelas se introduza uma nova escala de valores, uma escala monetária

por Roberto Kraenkel

O pagamento de mensalidades pelo ensino universitário público no Brasil sempre vem à tona quando as universidades enfrentam problemas financeiros. A pergunta retórica que se ouve amiúde é : por que não cobrar de quem pode pagar? Pois bem, aqui vão algumas razões.

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Universidade pra quê? A força e o futuro da UERJ

artigo escrito por Ana Karina Brenner *, Bruno Deusdará **, Guilherme Leite Gonçalves *** e Lia Rocha ***

A universidade moderna nasceu de um projeto destinado a desenvolver as qualidades humanas e a cultura por meio de um programa de formação, que combinava ensino e pesquisa com base no conhecimento científico. Esse projeto, no entanto, tinha um vício de origem: era inacessível às classes populares; servia apenas à reprodução das elites. Sofria, assim, de um mal-estar que, dentre outras, produziu as revoltas estudantis de 1968. A partir desse momento, as políticas universitárias se voltaram para articular formação e inclusão social, conhecimento científico e igualdade.

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PMs invadem audiência pública na Unifesp sobre direitos humanos nas escolas

Fardados e armados, intimidando e xingando estudantes e professores, policiais e apoiadores formaram maioria para excluir toda referência a direitos humanos do Plano Estadual de Educação

Rede Brasil Atual

São Paulo – Uma audiência pública convocada pelo Conselho Estadual da Condição Humana para discutir o texto do Plano Estadual de Educação em Direitos Humanos de São Paulo que ocorria no campus Baixada Santista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) foi tomada por policiais militares na noite da última sexta-feira (11).

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Movimento pela Ciência e Tecnologia Pública vai ao OCUPA BRASÍLIA

O Movimento pela Ciência e Tecnologia Pública (MCTP) apoia e vai participar do OCUPA BRASÍLIA, no dia 24 de maio.

O OCUPA BRASÍLIA é uma importante mobilização convocada pelas centrais sindicais brasileiras e por centenas de organizações da sociedade civil, com a finalidade de barrar as contrarreformas da Previdência e Trabalhista e revogar a Lei das Terceirizações, já aprovada no Congresso Nacional.

As contrarreformas marcam o terrível retrocesso neoliberal que vem sendo imposto à nação pelo governo ilegítimo de Michel Temer e seus aliados. Lutar contra elas é a principal bandeira do OCUPA BRASÍLIA.

INVIABILIZAÇÃO DA CIÊNCIA
Os ataques implantados pelo governo Temer são amplos e vão inviabilizar, também, a ciência pública no Brasil.

A chamada PEC do Teto, que congela por 20 anos o investimento público em Saúde e Educação, assim como o recente anúncio do corte de 44% no orçamento do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), inviabilizam qualquer avanço na pesquisa e na ciência no País.

O OCUPA BRASÍLIA é um dos desdobramentos da histórica Greve Geral, realizada no dia 28 de abril, e que mostrou o descontentamento da população em relação aos ataques contra os direitos sociais.

PORQUE 24 DE MAIO
O dia 24 de maio é a data prevista para a votação, em primeiro turno, na Câmara dos Deputados, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/16, que trata da contrarreforma da Previdência.

E a expectativa é que caravanas de todas as partes do País cheguem à Capital Federal para uma grande manifestação.

O MCTP participará do OCUPA BRASÍLIA por entender que somente com mobilizações dessa natureza é possível barrar as contrarreformas e defender a educação e o sistema público de ciência e tecnologia.

PELO DIREITO À EDUCAÇÃO PÚBLICA, GRATUITA E DE QUALIDADE!
EM DEFESA DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA PÚBLICA!
TOD@S AO OCUPA BRASÍLIA EM 24 DE MAIO!

“Crise” na USP: “universidades são cada vez mais objeto de disputas público-privadas”

Por Gabriel Brito, Correio da Cidadania

Crise financeira na USP e ventos privatistas? Nenhuma novidade no front, segundo o professor Cesar Minto, presidente da Associação dos Docentes da USP e entrevistado pelo Correio para comentar as razões que teriam levado a propostas de demissões voluntárias e, mais uma vez, cobrança por determinados cursos. Antes de tudo, o entrevistado lembra que, mesmo com o número de matrículas tendo dobrado nos últimos 20 anos, o sistema de financiamento das universidades estaduais paulistas nunca mudou.

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