A crise da educação no Brasil não é uma crise; é projeto

Reprodução/Carta Capital – Tânia Rego/Agência Brasil/Fotos Públicas

Por Roberto Amaral, em Carta Capital

A frase de Darcy Ribeiro que titula este artigo sintetiza o governo que nos assola desde o golpe do impeachment: a dita crise, criada de fora para dentro, é um projeto de desconstrução, com início, meio e fim, que percorre todos os vãos da vida nacional, mas se concentra na inviabilização do futuro do país, cortando de vez as possibilidades objetivas de retomada do desenvolvimento, pois todas elas dependem de ensino, pesquisa e tecnologia, o alvos mais frágeis.

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Petrobras incentiva importação de equipamentos e prejudica indústria nacional

Reprodução do site RBA

Política do presidente da estatal, o tucano Pedro Parente, tem sido perniciosa para indústria e conteúdo local, para o consumidor, que paga mais caro por derivados de petróleo, e as refinarias do país

por Eduardo Maretti, da RBA

A Petrobras anunciou na sexta-feira (18) a renovação do Repetro, regime aduaneiro para importação e exportação de bens para a indústria de petróleo que tinha vencimento previsto para 2019. O Repetro é um mecanismo criado no final da década de 1990 com o objetivo de dar isenção fiscal para incentivar a incorporação de algumas tecnologias que o Brasil não possuía, segundo a Federação Única dos Petroleiros (FUP). O regime foi renovado até 2040.

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Alerta Social: o que você perdeu nos últimos 365 dias

Foto: Marcelo Casal/ABR. Posse de Temer e seu ‘ministério CCC’, em 12 de maio de 2016, e a Revista do Brasil: democracia sequestrada, país humilhado

Coletivo de pesquisadores, especialistas em direitos humanos, em política agrária, saúde, educação e trabalho reúnem em documento as consequências deste um ano de golpe que levou Temer ao governo

RBA

Há um ano, a presidenta eleita Dilma Rousseff foi afastada do governo. Foi o dia em que o Senado admitiu a abertura do processo de impeachment aprovada semanas antes na Câmara, em 17 de abril. Imediatamente, o vice Michel Temer tomou posse para não mais deixar a cadeira. E com ele um dos ministérios mais ficha-suja da história recente do país. O ministério que Dilma classificou de CCC (canalhas, calhordas e corruptos), com revelará em breve em livro ainda a ser lançada, com a ajuda do jornalista Olímpio Cruz, secretário de comunicação da ex-presidenta até então.

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Se é público, é para todos. Golpe faz de direitos, mercadorias

Reprodução Rede Brasil Atual - Foto: Marcelo  Camargo/Agência Brasil. Quando o ministro da Fazenda diz que a Constituição não cabe no orçamento do governo, diz que direitos não serão atendidos
Reprodução Rede Brasil Atual – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil. Quando o ministro da Fazenda diz que a Constituição não cabe no orçamento do governo, diz que direitos não serão atendidos

Emir Sader – Rede Brasil Atual

Com esse lema, a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), com outras entidades sindicais, começou a desenvolver, em todo o país, uma campanha que toca em cheio no tema central do Brasil hoje. A campanha foi lançada em junho, e adotada pelo Comitês de Defesa das Empresas Públicas antes do golpe consumado, mas o governo que surgiu deste reatualiza, de forma dramática, a temática de tudo o que é público no Brasil, alvo central da ofensiva do governo Temer.

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