Carta Aberta aos Programas de Pós-Graduação em Geografia no Brasil: A representação que queremos junto à CAPES

A CAPES anunciou, na última semana, que teremos cerca de quinze dias para escolher os representares das 49 (quarenta e nove) áreas, entre elas a de Geografia. A surpresa foi dupla, porque em princípio só soubemos isso mediante informação oficial já registrada em solicitação aos (as) coordenadores (as) dos programas, quando imaginamos que a informação poderia ter circulado entre os pares antes, ainda que de maneira informal e, depois, porque em momentos históricos anteriores este processo se deu com maior tempo e vagar, possibilitando que os programas discutissem o perfil e os nomes que melhor poderiam representar os programas junto à CAPES.

Agora a escolha se dará de maneira rápida com quase nenhuma discussão, em tempos de ataque à Universidade Pública como aquele impetrado há pouco na UFMG e no “apagar das luzes” de Dezembro, mês em que muitas instituições já concluíram suas atividades letivas e os docentes estão para entrar em recesso.

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Movimento pela Ciência e Tecnologia Pública completa dois anos

Em novembro de 2017, o Movimento pela Ciência e Tecnologia Pública (MCTP) completa dois anos de luta contra a privatização da C&T e para que a produção de conhecimento seja orientada à inclusão social.

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Temer fará com que universidades públicas vivam de doações e sem ajuda do governo

Foto Lula Marques/Agência PT. Reprodução/GGN

Jornal GGN – A reportagem “Governo quer dar mais autonomia a instituições”, que o Valor divulgou nesta segunda (13), deveria ter outro título: “Governo quer reduzir gastos com universidades”. Isso porque o texto expõe quais os planos da gestão Temer para a suposta sobrevivência das instituições de ensino público que serão inevitavelmente afetadas pela PEC do teto nos próximos anos.

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Sucateamento da Uerj é visto como ataque a polo de pensamento progressista

Foto: Tânia Rego/Agência Brasil. Com déficit para este ano em mais de R$ 500 milhões, se tornou impossível para a Uerj pagar salários e bolsas.

Com aulas e atividades novamente paralisadas, universidade chega a ponto crítico frente aos cortes orçamentários. Desmonte significa enfraquecer centro de referência em elaboração de políticas públicas

por Maurício Thuswohl, para a RBA

Rio de Janeiro – A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) está agonizando. Novamente com suas aulas e demais atividades paralisadas desde o dia 3 de outubro, a universidade – que este ano já figurou em dois rankings de excelência elaborados pela revista US News & World Report como a quinta melhor do Brasil e a décima primeira melhor da América Latina – sofre nos últimos anos com severos cortes orçamentários que agora chegam a um ponto crítico. Com déficit estimado somente para este ano em mais de R$ 500 milhões, se tornou impossível para a Uerj pagar salários e bolsas e manter projetos de pesquisa e o funcionamento de serviços básicos como segurança, limpeza e manutenção.

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Aduff propõe agenda de resistência conjunta contra desmonte da universidade pública e da pesquisa

Foto: Luiz Fernando Nabuco/Aduff

Debate “Cortes na Ciência e Tecnologia, Privatização e Desmonte da Universidade Pública” ocorreu na quinta-feira (5), no campus da UFF no Gragoatá, em Niterói

Por Hélcio Lourenço Filho e Lara Abib – Redação da ADUFF

Na abertura do debate sobre os cortes nos orçamentos da educação, da pesquisa e da Ciência e Tecnologia, o presidente da Aduff-SSind, professor Gustavo Gomes, defendeu a constituição de uma agenda comum de resistência, na UFF e fora dela, que una todos os setores que se opõem aos projetos que reduzem direitos e que estão sendo adotados de forma “autoritária” no país. “Precisamos de uma agenda unificada de resistência contra cortes na educação, na ciência e tecnologia e nos direitos sociais”, defendeu o docente, que propôs a construção de uma campanha neste sentido.

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Artigo sobre os cortes na área de C&T na Caros Amigos, por Epitácio Macário

Ciência: Cortes no setor de C&T

O Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (ANDES- SN) divulgou no início de agosto um comunicado sobre os cortes que afetam a área de Ciência e Tecnologia do País, no qual são apresentados dados das limitações financeiras impostas ao setor. As consequências de tais cortes são muito graves e põem em risco todo o complexo público de C&T nacional. Tais retrocessos são parte de um projeto cujas pilastras estão cada vez mais escancaradas: o ataque à coisa pública, o desmonte do Estado e a subordinação da nação a interesses de corporações transnacionais.  Continuar lendo Artigo sobre os cortes na área de C&T na Caros Amigos, por Epitácio Macário

Por que ser contra o pagamento do ensino universitário público?

Ao tornar as universidades pagas, faz-se com que nelas se introduza uma nova escala de valores, uma escala monetária

por Roberto Kraenkel

O pagamento de mensalidades pelo ensino universitário público no Brasil sempre vem à tona quando as universidades enfrentam problemas financeiros. A pergunta retórica que se ouve amiúde é : por que não cobrar de quem pode pagar? Pois bem, aqui vão algumas razões.

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